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Profecias Bizarras

 
Galinha profeta de Leeds, 1806
A história tem inúmeros exemplos de pessoas que proclamam o retorno iminente de Jesus Cristo, mas nenhuma mensagem é mais estranha do que a da galinha de um inglês na cidade de Leeds, em 1806. O que contam é que a "galinha profeta" começou a botar ovos com a frase "Cristo está chegando". As notícias deste milagre se espalharam e muitas pessoas se convenceram de que o juízo final estava à mão. Até que alguém descobriu que tudo não se passava de uma farsa.
 
Os millerites, 23 de abril de 1843
Um fazendeiro da Nova Inglaterra chamado William Miller, após ter feito durante vários anos um estudo muito cuidadoso de sua Bíblia, concluiu que o tempo escolhido por Deus para destruir o mundo poderia ser adivinhado a partir de uma interpretação estritamente literal da escritura.
Ele explicou para quem quisesse ouvir que o planeta chegaria ao seu fim em algum momento entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844. O fazendeiro pregou e espalhou a notícia o suficiente para que milhares de seguidores - conhecidos como Millerites - decidissem que a data efetiva seria em 23 de abril de 1843.
Muitas pessoas venderam ou deram seus bens, admitindo que eles não seriam mais necessários, mas quando chegou o esperado 23 de abril, e Jesus Cristo não veio, o grupo finalmente se dissolveu - com alguns integrantes formando o que hoje são os adventistas do Sétimo Dia.
 
Mórmon e o Armageddon, 1891
Joseph Smith, fundador da Igreja Mórmon, convocou uma reunião de líderes de sua igreja em fevereiro de 1835 para contar que tinha falado com Deus recentemente e, que durante a conversa, tinha ouvido que Jesus Cristo retornaria nos próximos 56 anos. Nesta data, o fim do mundo seria iniciado imediatamente.
 
Cometa Halley, 1910
Em 1881, um astrônomo descobriu por meio da análise espectral que as caudas dos cometas eram compostas por um gás mortal chamado cianogênio, conhecido também como cianeto. Esta foi apenas uma notícia de interesse passageiro até que alguém alertou que a Terra poderia passar pela cauda do cometa Halley em 1910.
Será que todos no planeta seriam atingidos por um gás tóxico mortal? A especulação foi reproduzida nas primeiras páginas do jornal americano The New York Times e outros periódicos, gerando um pânico em massa no próprio país e no exterior. No entanto, os cientistas conseguiram explicar que não havia nada a temer.
 
Pat Robertson, 1982
Em maio de 1980, um televangelista e fundador da Coalização Cristã, Pat Robertson, assustou e alarmou a população - ao contrário de Mateus 24:36 ("Ninguém sabe que dia ou hora, nem os anjos no céu") - ao informar em seu programa de TV que ele sabia que o mundo ia acabar. "Eu garanto que até o final de 1982 o mundo terá o juízo final", disse Robertson.
 
Heaven's Gate, 1997
Quando o cometa Hale-Bopp surgiu em 1997, surgiram rumores de que uma nave alienígena estaria seguindo o cometa - encoberto, é claro, pela NASA e pela comunidade astronômica. Embora a alegação tenha sido refutada por astrônomos - e poderia ser refutada por qualquer pessoa com um bom telescópio - os rumores foram espalhados por um reconhecido programada de rádio.
A partir de então, uma seita que cultuava a ufologia em San Diego, chamada Heaven's Gate, concluiu que o mundo iria acabar em breve. O mundo realmente teve um fim, mas apenas para os 39 membros do grupo, que se suicidaram em 26 de março de 1997.
 
Nostradamus, agosto de 1999
As escritas ofuscadas e metafóricas de Michel de Nostrdame têm intrigado as pessoas por mais de 400 anos. Seus textos, cuja precisão depende muito de interpretações flexíveis, foram traduzidas e retraduzidas em dezenas de versões diferentes. Um dos mais famosos dizia: "No ano de 1999, sétimo mês, do céu virá um grande rei do terror".
 
Bug do Milênio, 1º de janeiro de 2000
No início do século passado, muita gente ficou preocupada que os computadores poderiam causar o fim da Terra. O problema, referido pela primeira vez no início dos anos 1970, era de que muitos computadores não seriam capazes de diferenciar as datas entre 2000 e 1900.
Ninguém estava realmente certo sobre o que aconteceria, mas muitos acreditaram que um holocausto nuclear pudesse destruir o planeta. Nada disso ocorreu e o novo milênio começou com apenas algumas falhas.
 
Gelo e o fim do mundo, 5 de maio de 2000
No caso do Bug do Milênio não vir efetivamente, uma catástrofe global foi assegurada por Richard Noone, autor do livro "5/5/2000 Ice: the Ultimate Disaster" ("5/5/2000 Gelo: A Catástrofe final", na tradução do inglês). Segundo Noone, a massa de gelo da Antártida ficaria com 3 km de espessura em 5 de maio de 2000 - data em que os planetas seriam alinhados no céu, de algum modo, resultando no degelo global.
 
Pastor da Igreja de Deus, 2008
Segundo o pastor da Igreja de Deus, Ronald Weinland, o fim dos tempos está sobre nós - mais uma vez. Em seu livro "2008: God's Final Witness" ("2008: O testemunho final de Deus", na sigla em inglês), ele afirma que centenas de milhões de pessoas vão morrer e, até o final de 2006, "haverá um prazo máximo de dois anos para o restante do mundo mergulhar no pior momento de toda a história humana". No outono de 2008, os Estados Unidos não seria mais uma potência mundial e deixaria de existir como nação independente.
 

Sobreviva ao fim da internet..


Apagões continentais, e-bombas e tempestades solares ameaçam as tecnologias que poucos percebem, mas que mantêm o mundo funcionando.

A tecnologia comanda praticamente tudo que fazemos, e essa influência não se resume às coisas do trabalho. De bancos a hospitais, somos quase totalmente dependentes de tecnologia.
 
Cada vez mais sistemas funcionam de forma interconectada, e muitos deles são vulneráveis. Provas disso surgem quase todo dia.

Mas e se, no lugar dos ataques de negação de serviço que derrubam alguns sites de vez em quando, a internet inteira parasse de funcionar de repente? E se o Google não pudesse mais ser acessado? E se, em vez de um desses vazamentos de dados, nossos bancos fossem atacados por uma arma que dizimasse todas as transações financeiras? E se crackers infiltrassem seus códigos maliciosos nos sistemas que controlam a rede nacional de eletricidade?


 
Quem pensa que tais coisas não podem acontecer precisa rever sua posição. Saiba que algumas delas até já ocorreram, só que em escala menor. Mas não deixa de ser interessante, mesmo que por brincadeira, exagerar um pouco e imaginar o que poderia acontecer casos esse “dia do juízo final” tecnológico acontecesse de verdade.

Quer saber o que pode dar errado?
 
Confira os cenários descritos a seguir.
:
 
Cenário apocalíptico 1: Apagão nacional

Notícia urgente: ataque cracker contra instalações de distribuição de energia provoca enormes apagões pelo país e deixa milhões de pessoas sem eletricidade.

Acredite: o sistema que controla as usinas geradoras de energia dos EUA foi construído há cerca de 40 anos, quando a internet era apenas um punhado de universidades ligadas por modems de 300 bps.


 
“Antigamente, todo sistema de energia em qualquer parte do mundo era considerado uma ilha”, diz Robert Sills, CEO da RealTime Interactive Systems, que oferece soluções de segurança para aplicações de controle industrial. “Não havia tecnologia disponível para conectá-los. Agora existe.”

O lado negativo dessa conectividade toda é que, se uma subrede for sobrecarregada, as outras poderão cair como dominós. Isso aconteceu nos EUA em agosto de 2003; 55 milhões de americanos e canadenses ficaram sem luz.

Cenário apocalíptico 2: E-bomba afunda sistema financeiro

Notícia urgente: arma eletromagnética paralisa centro financeiro de Nova York, causando danos a equipamentos e interrupções no fornecimento de energia em grande escala; mercados deixam de operar.

Não é preciso detonar uma bomba nuclear para criar um pulso eletromagnético forte o bastante para causar danos sérios. Existem aparelhos que emitem sinais de alta freqüência capazes de fritar equipamentos eletrônicos, e de estragar qualquer informação que não esteja gravada em mídia magnética ou óptica. Essas “bombas” não são facilmente rastreáveis porque a própria máquina destrói as provas de seu uso.

Um furgão com um aparelho desses na traseira poderia derrubar boa parte da economia de um país, caso fosse ligado em centros financeiros como Manhattan, diz Gale Nordling, CEO da Emprimus, empresa que ajuda corporações a se proteger contra ameaças de pulsos eletromagnéticos de origem não nuclear. Parar um país inteiro, no entanto, exigiria uma bomba nuclear.

Uma vez que a máquina fosse ligada, PCs e data centers teriam ido para o espaço. Celulares poderiam funcionar, mas sem as torres das operadoras eles seriam inúteis. O carro não daria partida. Controles automatizados de estações de água e energia não funcionariam. E, se a bolsa de valores de Nova York parasse, as ondas de choque iriam se alastrar por todo o planeta.

Cenário apocalíptico 3: Google fora do ar
Noticia urgente: milhões de internautas que tentaram acessar o maior site de buscas do planeta receberam mensagem de “página não encontrada”; todos os serviços do Google estão inacessíveis.

O Google entrou de tal forma em nossas vidas que já não imaginamos o mundo sem ele. Especialistas afirmam que, para derrubar uma empresa tão bem entrincheirada, seria preciso alguém de dentro – não necessariamente um funcionário mal intencionado, apenas alguém estúpido (se é que existe tal pessoa por lá) com os devidos privilégios de acesso.

E olhe que não é algo de todo impossível. Em dezembro, invasores convenceram funcionários do Google a visitar um site malicioso, que explorou uma vulnerabilidade do Internet Explorer para instalar uma “porta dos fundos” na rede do Google. De lá, eles acessaram o Gmail de dissidentes chineses.

“O principal vetor de obtenção de acesso ao interior de organizações hoje são aplicações maliciosas instaladas na rede”, diz Nir Zuk, fundador e CTO da Palo Alto Networks, empresa de segurança de rede.

No pior cenário, um empregado do Google simplesmente instala uma aplicação na rede, e por meio dela invasores externos enganam o firewall da empresa.

Uma vez lá dentro, os invasores poderiam vasculhar a rede até encontrar os centros de comando e controle dos data centers do Google. Daí, eles poderiam desligar tudo, não sem antes deixar uma bomba lógica para corromper os bancos de dados da empresa.

Cenário apocalíptico 4: Desligaram a internet

Notícia urgente: a internet entrou em colapso hoje quando milhões de internautas foram redirecionados para sites errados, causados por problemas com o sistema de nome de domínio.

Pode a internet sair do ar? Muitos especialistas dizem que não, com o argumento de que há muitos canais de comunicação, muitas redundâncias, e uma arquitetura projetada para contornar pontos de falha.

“É muito difícil derrubar a internet inteira, a menos que ocorra um incidente global de pulso eletromagnético que acabe com tudo de uma vez”, avalia o Dr. Ken Calvert, membro do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Kentucky. “Há uma variedade de tecnologias para tráfego de bits em todos os níveis, como satélite, fibra ou ondas. Há muita redundância.”

Mesmo que a internet não possa ser desligada totalmente, exceto por um ato de Deus (sobre isso, veja o Apocalipse 5), crackers poderiam provocar o caos se atacassem um ponto fraco: o sistema de nomes de domínio. Ao sequestrar o tráfego destinado a diferentes domínios, os crackers podem levar internautas ingênuos a visitar sites maliciosos, ou derrubar qualquer site com uma inundação de tráfego, ou simplesmente enviar todo mundo para um único site, como o Google.com ou o Yahoo.com – tornando a internet sem uso para um grande número de pessoas.

Cenário apocalíptico 5: Tempestades solares

Notícia urgente: esta reportagem tem sido espalhada boca a boca, porque nada mais está funcionando. Cientistas acreditam que uma enorme explosão solar atingiu a atmosfera da Terra, causando pane nas redes de eletricidade e de comunicação de todo o mundo. Também recebemos notícias de terremotos e tufões, mas que ainda não foram confirmadas.

Pense nisso como a mãe de todas as sobrecargas elétricas. O sol cospe uma enorme nuvem de plasma superaquecido de tamanho diversas vezes superior ao da Terra, e que  bate em nossa atmosfera. Partículas supercarregadas viajam pela superfície do planeta, fritando todos os transformadores de energia que encontrar pela frente. Resultado: blecaute mundial instantâneo.

Parece um roteiro de Hollywood. Mas foi exatamente isso que aconteceu em Quebéc, no Canadá, em 1989. Naquele ano, uma tempestade solar de pequenas proporções deixou 6 milhões de pessoas sem energia.

“A probabilidade de a internet parar totalmente é quase zero, mas se tem algo capaz de derrubar a rede mundial é uma tempestade solar”, diz o consultor de segurança Robert Siciliano. “Uma bola de plasma atinge os campos magnéticos da Terra, e os transformadores que gerenciam nossa rede elétrica fritam. Seria literalmente uma tempestade perfeita, de proporções cataclísmicas, que derrubaria a eletricidade e a internet ao mesmo tempo.”

fonte: IDG Now! / Por InfoWorld/EUA

10 coisas para sobreviver a zumbis

1-) Não seja mordido!
A primeira coisa e mais importante quando se trata de zumbis é evitar mordidas, a arma mais mortal desses infelizes, portanto, a primeira coisa a se fazer é ficar bem longe de suas bocas apodrecidas.

2-)Evitar pontos de aglomeração

Quanto mais gente o lugar tiver, mais zumbis estarão por la, uma vez que todo mundo for mordido o lugar vai virar um verdadeiro inferno, então, mantenha-se longe de shoppings, zonas super povoadas e etc.
 
3-)Esqueça seus entes queridos
Sim eu sei, doi demais deixar vovó para trás para ser lanchada por zumbis famintos, mas pense bem, você consegueria carregar a sua avó nas costas? Por quanto tempo você acredita que a velha ia sobreviver? Esse tópico serve tambem para quem estiver longe de casa quando o ataque começar, se isso acontecer, bem, foda-se a familia, eles que se virem a principal coisa é sobreviver, o resto é resto, talvez em um futuro distante e devidamente a salvo e bem armado você volte para procurar entes queridos ou namorado(a)s depois, mas em primeira mão, todos que vão se fuder, por que você amigo, é um sobrevivente!!!
 
4-)Raspe a cabeça.
Não, você não vai virar skinhead, acontece que, durante uma corrida para salvar sua vida seu cabelo pode ser agarrado ou ficar preso em algo, e ai você muito provavelmente, vai se fuder na mão dos zumbis famintos, ou seja, melhor prevenir do que remediar…

5-)Use roupas de couro

Não, não vai ter uma festa de sadomasoquismo, é simplesmente o mesmo principio do tópico 4, usando roupas resistentes(como couro) a probabilidade da mordida passar por uma camada espeça, já é menor do que usando uma camiseta de nilon, talvez eele resista aos 25 kilos por centímetro quadrado da mordida humana 


6-)Ao usar armas brancas, use máscara.

Usando uma arma branca como uma faca ou um bastão, o sangue sempre espirra para todo lado fazendo aquela lambança, acontece que no caso de zumbis o sangue estaria infectado e se por um acaso do destino ele caise nos seus olhos ou boca, bom, você estaria fudido. Lembrem-se do tiozão que morreu apenas com uma gota de sangue infectado em Extermínio.

7-)Conquiste um super-mercado.

Outra coisa extremamente importante, achar um lugar seguro onte tenha mantimentos, suprimentos e tudo mais que você possa precisar durante uma invasão, o mais aconselhado seria um super-mercado, dos grandes de preferência, temos que pensar que, você provavelmente não vai ser a unica pessoa atrás de um lugar como esse para ficar, você vai ter que lutar contra os zumbis e contra os outros humanos que tambem vão querer aquilo que agora é seu, sem frescura moral, mate todos e fique com o premio.


8-)Não banque o bonzinho…
O que sempre acontece nessas situações é algum retardado se perder no meio da correria, nesse caso, ele deve ficar para trás, nunca, NUNCA volte para tentar salvar aqueles que já estão condenados, pense “PERDEU PREIBOI!” e siga em frente.

9-)Gritar nunca ajuda.

Isso é um fato, alem de não ajudar porra nenhuma , algumas vezes ele atrapalha, dependendo to tipo de zumbis, eles talvez escutem tambem, ou seja, você só vai atrair mais atenção indesejada para sua pessoa.

10-)Ande sempre em dupla.
O jeito mais facil de andar por ai ou investigar lugares nunca antes investigados é em dupla, evitando aquele popular “Oh meu deus, por que será que fulano não voltou ainda, fulano?fulano?OH Não FULANO!!!FULAAnnnno” logo depois disso a morte normalmente é inevitavel.
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11-)Nunca mantenha zumbis presos.
Por mais interessante ou divertido que isso possa parecer , manter zumbis presos com certeza não é uma boa idéia, se for extremamnete necessário, faça-o de forma em que os zumbis não possam escapar, nem você possa cair acidentalmente dentro da cela ou poço em que estão presos os monstros.

Como caçar ratos...

Aprenda em apenas 5 passos como caçar ratinhos de maneira fácil e eficiente.
1.Pegue aquele papelãozinho do meio do papel higiênico e dobre para ficar com um lado reto
2.Coloque uma isca na ponta: pode ser um biscoito, bolhacha ou resto de comida
3.Coloque algum recipiente para o rato cair, tipo um balde ou lixo
4.Equilibre o rolinho na quina de alguma mesa e coloque o balde embaixo
5. O rato irá entrar para comer a isca e irá cair e ficar preso
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Se você não quiser colocar na mesa ou alguma coisa, faça uma rampa de papelão até o recipiente
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Pronto, agora nenhum ratinho vai morar na sua casa, e o almoço está garantido

O mel é o alimento mais duravel que existe!!

Basicamente, porque as abelhas precisam que esse alimento seja bem resistente. Para elas, o mel é a única fonte de energia entre uma florada e outra, época em que as flores estão novamente cheias de néctar. A chave para a durabilidade é uma técnica desenvolvida por esses insetos. Na hora de transformar o néctar das plantas em mel, as abelhas batem as asas para retirar o máximo de água da mistura. "Isso ajuda a conservar o produto. Se as abelhas conseguirem extrair bastante umidade do mel, as leveduras e outros microorganismos que estragam o produto não vão conseguir crescer. Afinal, eles precisam de um mínimo de água para se reproduzir", afirma a engenheira agrônoma Maria Teresa do Rego Lopes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do Meio Norte, em Teresina (PI). Outro aspecto importante é que poucas leveduras conseguem sobreviver em ambientes com alta concentração de açúcar. É o caso do mel: nada menos que 90% do produto é composto por açúcares. Com tudo isso, a mistura pode continuar boa para consumo por centenas de anos - quem sabe, até mais. Em sua obra O Livro do Mel, a escritora inglesa Eva Crane registra que potes de mel com conteúdos intactos foram encontrados em escavações nas tumbas egípcias de New Kingdom, construídas há cerca de 3 400 anos. Mas não é todo mel que dura tanto tempo. Primeiro, o produto precisa ter no máximo 17% de umidade para não fermentar. Quando as abelhas não conseguem fabricar um mel assim, os apicultores costumam dar uma mãozinha, retirando o excesso de água com um aparelho desumidificador. Além disso, o produto deve ficar guardado longe da luz, da umidade e do calor. É bem difícil conseguir reunir todas essas características por um longo período. "Por isso, a lei brasileira estabelece que o mel deve ser consumido no máximo em dois anos. Depois desse prazo, boa parte dos produtos comerciais pode fermentar", diz Maria Teresa.

Dando asa à conservação

Para que o produto resista por até milhares de anos, as abelhas retiram água dele
1. O segredo da durabilidade do mel começa quando as abelhas coletoras extraem das plantas sua matéria-prima, o néctar, uma solução açucarada produzida pelas flores. Os insetos guardam a substância em seu papo e a levam para a colméia
2. De volta ao lar, as abelhas coletoras passam o néctar para as abelhas receptoras. Dentro da colméia, começa a secagem da matéria-prima: os insetos estendem a língua com uma gotinha da solução para receber o vento do bater de asas de outras abelhas. Isso inibe o crescimento das bactérias que estragam o mel, pois tais microorganismos não se reproduzem sem um mínimo de água
3. Em seguida, as abelhas despejam gotículas de néctar semi-secas em favos que continuam recebendo a corrente de vento das abelhas. Nessa etapa, depois da adição de enzimas secretadas pelos insetos, a mistura já começa a ter características bem próximas das do mel comercial
4. Quando a solução já está bem seca, as abelhas fecham as células de mel com uma fina camada de cera, formando o chamado mel "maduro". As células que permanecem abertas contêm o mel "verde", que ainda precisa ser desidratado até que mais água evapore

Como funciona uma fechadura.

A maioria das pessoas leva de cinco a dez chaves sempre que sai de casa. Em seu chaveiro, você pode ter várias chaves da casa, uma ou duas do carro e outras do escritório ou da casa de um amigo. Seu chaveiro é uma clara demonstração de quão onipresente é a tecnologia da fechadura: você provavelmente interage com fechaduras dúzias de vezes toda semana.
A principal razão de usarmos fechaduras em todos os lugares é que elas nos dão uma sensação de segurança. Nos filmes e na televisão, porém, espiões, detetives e ladrões podem abrir uma fechadura muito facilmente, usando, às vezes, apenas um par de clipes de papel. O mínimo que se pode dizer é que esse pensamento é muito modesto: é realmente possível abrir uma fechadura assim tão facilmente?
Neste artigo, vamos ver, na prática, como funciona a violação de fechaduras, explorando a fascinante tecnologia das fechaduras e chaves.
Os chaveiros definem a violação de fechaduras como a manipulação dos componentes de uma fechadura para abri-la sem a chave. Então, para compreender a violação de fechaduras, primeiro você tem de saber como as fechaduras e chaves funcionam.
As fechaduras se apresentam em todos os formatos e tamanhos, com muitas variações inovadoras no desenho. Você pode ter uma idéia clara do processo da violação de fechaduras examinando uma única fechadura. A maioria das fechaduras se baseia em conceitos bastante similares.


Uma fechadura padrão sem maçaneta: quando você gira a chave, a lingüeta desliza dentro de uma fenda no batente da porta
Para a maioria das pessoas, a fechadura sem maçaneta mais conhecida é a fechadura padrão encontrada na porta da frente. Em uma fechadura sem maçaneta normal, uma lingüeta ou trinco móvel fica embutido na porta e podem ser estendido para o lado de fora. Essa lingüeta fica alinhada com uma fenda no batente. Quando você gira a fechadura, a lingüeta entra na fenda do batente e a porta fica trancada. Quando você faz a lingüeta voltar, a porta fica destrancada.
A única função da fechadura sem maçaneta é facilitar a abertura da porta para quem tem a chave e dificultá-la para quem não tem. Na próxima seção, veremos como isso funciona em uma fechadura cilíndrica básica.


Fechadura cilíndrica sem maçaneta, na posição destrancada (em cima) e na posição trancada (embaixo)
A maioria das fechaduras sem maçaneta usa uma fechadura cilíndrica. Na fechadura cilíndrica, a chave gira um tambor, ou cilindro da fechadura, que gira um came (uma peça giratória com um eixo deslocado) anexado. Quando o cilindro é girado para um lado, o came puxa a lingüeta e a porta pode ser aberta. Quando o cilindro gira para o outro lado, o came solta a lingüeta e a mola a movimenta para que a porta fique trancada. Em uma fechadura sem maçaneta, não há mecanismo com mola - o cilindro desliza a lingüeta para frente e para trás. Uma fechadura sem mola é mais segura do que um trinco acionado por mola, pois é muito mais difícil empurrar a lingüeta pelo lado da porta.
Dentro de uma fechadura cilíndrica, há uma espécie de quebra-cabeça que somente a chave correta pode resolver. A variação principal na confecção das fechaduras é a natureza desse quebra-cabeça. Um dos quebra-cabeças mais comuns - e um dos mais fáceis de ser violados - é o modelo com pino e tranqueta, mostrado abaixo.

Os principais componentes do modelo com pino e tranqueta são uma série de pequenos pinos de comprimento variável. Os pinos são divididos em pares. Cada par fica assentado num canal que atravessa o cilindro central e o suporte em volta do cilindro. As molas na parte superior dos canais mantêm os pares de pinos na posição dentro do cilindro. Quando nenhuma chave é introduzida, o pino inferior de cada par fica completamente dentro do cilindro, ao passo que o pino superior fica posicionado metade no cilindro e metade no suporte. A posição desses pinos superiores não permite que o cilindro gire. Veja como funciona:
Quando você introduz uma chave, a série de entalhes da chave empurra os pares de pinos para níveis diferentes. A chave incorreta empurra os pinos de modo que a maioria dos pinos superiores fica parte no cilindro e parte no suporte, desta maneira:




A chave correta empurrará cada par de pinos o suficiente para que o ponto onde os dois pinos ficam juntos se alinhe perfeitamente com o espaço onde o cilindro e o suporte ficam juntos (esse ponto é chamado de linha de transição). Em outras palavras, a chave empurrará os pinos para cima de modo que todos os pinos superiores ficam inseridos completamente no suporte, e os inferiores ficam completamente dentro do cilindro. Sem nenhum pino do suporte em seu caminho, o cilindro gira livremente e você pode empurrar a lingüeta para dentro e para fora.




Esse modelo simples de quebra-cabeça é muito eficaz. Como os pinos estão escondidos dentro da fechadura, é bastante difícil para a maioria das pessoas girar o cilindro sem a chave correta. Mas, com bastante prática, é possível resolver o quebra-cabeça por outros meios. Na próxima seção, veremos como um chaveiro faz para abrir esse tipo de fechadura.


Os pinos em uma fechadura com pino e tranqueta, quando nenhuma chave é introduzida (em cima) e quando a chave correta é introduzida (embaixo): quando a chave correta é introduzida, todos os pinos são empurrados para cima, ficando na mesma altura e nivelados com a linha de transição.
 
Há dois elementos primordiais envolvidos no processo de violação das fechaduras:
  • Hastes de ponta côncava - essas hastes são tubos de metal longos e finos com uma ponta côncava (como o aparelho do dentista). São usadas para alcançar o interior da fechadura e empurrar os pinos para cima.
  • Alavanca tensionadora - as alavancas tensionadoras são confeccionadas em todos os formatos e tamanhos. Do ponto de vista funcional, elas não são muito complexas. O tipo mais simples de alavanca tensionadora é uma chave de fenda fina.
A primeira etapa para violar uma fechadura é introduzir a alavanca tensionadora no buraco da fechadura e girá-la na mesma direção usada para girar a chave. Isso gira o cilindro, de modo que ele fica levemente deslocado do suporte ao redor dele. Como você pode ver pelo diagrama abaixo, isso cria uma pequena saliência nos eixos dos pinos.
Enquanto você aplica pressão sobre o cilindro, introduza uma haste de ponta côncava no buraco da fechadura e comece a levantar os pinos. O objetivo é levantar cada par de pinos até a posição na qual o pino superior se mova completamente para o suporte, como se fosse empurrado pela chave correta. Ao fazer isso, enquanto vai aplicando pressão com a chave tensionadora, você sente ou escuta um leve clique quando o pino cai na posição. Esse é o som do pino superior encaixando na saliência do eixo. A saliência mantém o pino superior preso no suporte; assim, ele não cairá novamente dentro do cilindro.
Desse modo, você move cada par de pinos para a posição correta até que todos os pinos superiores sejam empurrados completamente para o suporte e todos os pinos inferiores fiquem dentro do cilindro. Nesse ponto, o cilindro gira livremente e você pode abrir a fechadura.
Conceitualmente, violar fechaduras é bastante simples, mas é uma habilidade muito difícil de se dominar. Os chaveiros têm de aprender exatamente qual é a pressão correta a ser aplicada e que sons escutar. Eles também devem afiar seu tato até o ponto de poder sentir a leve força dos pinos e cilindro móveis. Além disso,devem aprender a imaginar todas as peças dentro da fechadura. A violação de fechadura bem-sucedida depende da completa familiaridade com o modelo da fechadura.
Uma outra técnica é a extração. A extração é muito menos precisa do que a verdadeira violação. Para extrair uma fechadura, você insere uma haste com uma ponta mais larga até chegar na parte traseira do cilindro. Então, você puxa a haste rapidamente, de modo que ela jogue todos os pinos para cima quando estiver saindo.
Quando a haste sair, gire o cilindro com a alavanca tensionadora. Como estão se movimentando para cima e para baixo, alguns dos pinos superiores forçosamente cairão sobre a saliência criada pela rotação do cilindro. Freqüentemente, os chaveiros começam aplicando a extração sobre os pinos e depois trabalham cada pino individualmente.
Fechaduras com núcleo de placas e fechaduras tubulares
Na última seção, vimos as fechaduras cilíndricas com pino e tranqueta. Você encontrará esse tipo de fechadura em todos os lugares, desde casas até cadeados. Essas fechaduras são muito populares por serem relativamente baratas - e razoavelmente seguras. Para uma fechadura normal do tipo pino e tranqueta com cinco pinos, existe, aproximadamente, um milhão de combinações de pinos diferentes. Se você considerar a quantidade de empresas e modelos de fechaduras, as chances de um criminoso ter a mesma chave que você são bastante remotas.


Fechadura cilíndrica de pino e tranqueta
Um outro tipo comum de fechadura cilíndrica é a fechadura com núcleo de placas. Essas fechaduras funcionam basicamente do mesmo jeito que aquelas com pino e tranqueta, mas têm tranquetas em forma de placas no lugar dos pinos. Você manuseia as placas exatamente do mesmo modo que os pinos - na verdade, é até mais fácil manusear fechaduras com núcleo de placas porque o buraco da fechadura é mais largo.
Alguns modelos usam placas simples em vez de pares de placas. Essas placas são acionadas com molas para que podem se estender para fora do cilindro, prendendo o suporte da fechadura. As placas têm um buraco no centro para que a chave seja encaixada. A chave correta puxa as placas para baixo o suficiente para que todas fiquem recolhidas dentro do cilindro; a incorreta puxa as placas para baixo somente por uma parte do caminho as puxa muito para baixo, fazendo que se estendam até o outro lado do cilindro.


Fechadura cilíndrica com núcleo de placas
Fechaduras com placas duplas têm núcleo de placas nas duas extremidades do cilindro. Para abrir essas fechaduras, você tem de acessar as placas nos dois lados enquanto aplica pressão com a alavanca tensionadora. As fechaduras de placas são encontradas na maioria dos arquivos, armários e carros, e em muitos modelos de cadeados.
As fechaduras tubulares oferecem proteção superior às fechaduras com pino e tranqueta e às com núcleo de placas, mas são bem mais caras. Em vez de uma fileira de pinos, as fechaduras tubulares têm pinos posicionados ao redor da circunferência do núcleo do cilindro. Isso faz com que sejam mais difíceis de ser violadas. As técnicas convencionais para violação de fechaduras geralmente não funcionam nesse tipo de fechadura.
Algumas fechaduras com pino e tranqueta modificaram os pinos para tornar a violação mais difícil. Na variação mais comum, os pinos superiores têm a cabeça no formato de um cogumelo. Esse formato estranho faz com que o cilindro se desloque antes, de modo que não é possível empurrar o pino superior totalmente para cima. Isso faz com que fique mais difícil colocar os pinos em posição e seja mais difícil perceber pelo tato o que está acontecendo dentro da fechadura.
 

Mutantes de Chernobyl

Com níveis mortais de radioatividade, a usina de Chernobyl, na Ucrânia, é um dos lugares mais contaminados e perigosos do planeta. Mas nas ruínas desse inferno nuclear está nascendo uma criatura bizarra: um fungo que come radioatividade. Ou melhor, não apenas um: pesquisadores dos EUA descobriram que há 37 espécies mutantes crescendo em Chernobyl. Elas foram descobertas numa inspeção de rotina, quando um robô vistoriava o interior da usina e encontrou uma meleca preta crescendo pelas paredes do reator 4 - o mesmo que explodiu e provocou, em 1986, o pior acidente nuclear da história.

Como é possível que, além de sobreviver à radiação, algum ser vivo consiga se alimentar dela? "Nossas pesquisas sugerem que os fungos estão usando um pigmento, a melanina, da mesma forma que as plantas usam a clorofila", diz a cientistas Ekaterina Dadachova. Ou seja: os fungos teriam sofrido mutações que os tornaram capazes de fazer uma espécie de "radiossíntese", transformando radiação em energia.

Dentro da usina, os fungos mais comuns são versões mutantes do Cladosphorium sphaerospermum, que provoca micose, e a Penicilium hirsutum, que ataca plantações de milho.

Mas como elas foram parar em Chernobyl? Afinal, o reator foi selado por uma caixa de concreto, o chamado "Sarcófago", após o incidente de 1986. "Os fungos penetraram pelas brechas", acredita o biólogo Timothy Mosseau, da Universidade de South Carolina.

Será que, como num filme de terror, os monstrinhos atômicos podem sair da usina e se espalhar pelo mundo? Eles podem escapar do mesmo jeito que entraram, passando por brechas e rachaduras nas paredes. Mas, sem radioatividade para "comer", não se dariam bem fora da usina. "Geralmente, os organismo que conseguem se sair bem em um local extremamente hostil têm dificuldade em outros ambientes", diz Mosseau.

* fonte: SuperInteressante #257, outubro '08