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Como será gerada a energia no futuro??


Em tempos de aquecimento global acelerado, cientistas correm atrás de fontes de energia limpas para impulsionar veículos e máquinas industriais sem se importar muito com a procedência. O hidrogênio, por exemplo, é um desses combustíveis alternativos e pode ser extraído até de xixi! "A urina, em estado normal, contém 2 gramas de ureia por 100 mililitros, e é essa ureia que usamos para fazer hidrogênio", diz Gerardine Botte, engenheira química da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos.

TOTAL FLEX
Veja como alguns subprodutos industriais e do consumo humano podem abastecer a produção de biocombustíveis:

XIXI - 3,5 litros de urina geram 1 litro de hidrogênio. O problema é que parte da ureia - substância da urina que é base para obtenção de hidrogênio -, em contato com bactérias do ambiente, vira amoníaco bem antes de ser processada

BORRA DE CAFÉ - Não precisa ser vidente para ver futuro no pó que sobra do cafezinho. O óleo contido em cerca de 20 quilos de borra - o equivalente a mais de 130 xícaras - dá para fabricar 1 litro de biodiesel

CARAMELO - Com 2 quilos de ingredientes que sobram da fabricação de chocolate - como caramelo e outros recheios - é possível obter 1 litro de biodiesel. O combustível é resultado da digestão de bactérias que se alimentam do meladão

FRALDA USADA - Depois de castigadas por bebês ou pessoas com incontinência, as fraldas podem gerar biogás. Cerca de 7 quilos de fraldas geram 1 litro de gás metano - produto dos dejetos - e 2,8 quilos de celulose - vindos de materiais que compõem a fralda

Melhore sua inteligencia para sobreviver!!!

VISTA UMA ROUPA DIFERENTE
A rotina acomoda nossos neurônios, que deixam de criar novas sinapses. É como se o cérebro funcionasse apenas no automático. Vestir alguma coisa que não está acostumado, por exemplo, obriga as células do cérebro a aumentar os dendritos - braços do neurônio por onde as informações são transmitidas. E, quanto mais caminhos, melhor.

APRENDA CHINÊS
É muito mais fácil aprender espanhol. Há um motivo para isso: quando a língua é similar à nossa, ela passa a compartilhar a mesma área cognitiva que já usamos. Para aprender chinês, é preciso ativar uma nova rede de células. É a mesma lógica de sair da rotina. Mas aqui, uma área específica do cérebro é ativada: a da linguagem.

TOME BANHO DE OLHOS FECHADOS
Assim você aumenta o número de ligações entre os neurônios, desenvolvendo a propriocepção - capacidade de reconhecer os membros em relação ao resto do corpo. Como efeito colateral, todos os seus sentidos ficam mais aguçados - visão, olfato, tato. Mas talvez você descubra que não gosta do cheiro do seu sabonete...

BEBA CAFÉ
Nem de mais, nem de menos. Quatro xícaras por dia são o suficiente. A cafeína bloqueia os receptores da adenosina, neurotransmissor que causa a sonolência. Com café nas veias, você aumenta a velocidade do processamento de informações e fica mais atento para concluir tarefas complexas, como uma prova de química.

DURMA 8 HORAS POR NOITE
O sono se divide em duas partes. A primeira dura cerca de 1h30 e regenera as células lesadas durante o dia, recuperando o organismo. Na segunda etapa, a memória é reorganizada. Em um adulto de hábitos normais ela dura entre 6 e 7 horas. Se você acordar antes disso, pode atrapalhar os processos de consciência.

OUÇA MOZART
A música do compositor austríaco estabiliza no cérebro as ondas alfa, que se associam à diminuição da tensão mental. É o chamado efeito Mozart. O som estimula áreas relacionadas à memória e exige uma atividade mental complexa, pois seus códigos são baseados em notas e em seqüências de tempo. Só que os efeitos da melhora têm vida curta: de 15 a 20 minutos.

Como sobreviver no deserto

1. AJA À NOITE
Fazer esforço durante o dia é o caminho mais curto para transformar você em charque. Durma de dia e caminhe à noite, de preferência munido de tocha ou lanterna. Procure detectar sinais de proximidade da civilização, como sons ou luzes.

2. PROTEJA-SE DO SOL
Durante o dia, esconda-se como puder dos raios solares. Se o deserto tiver escarpas, aproveite as sombras criadas pelo relevo (fig. 1); se houver algum tipo de vegetação, busque a proteção de cactos e arbustos (fig. 2). Se só houver areia ao seu redor, cave o maior buraco que conseguir e se enfie dentro dele (fig. 3): alguns centímetros abaixo da superfície, a temperatura do solo é um pouco menor.

3. NADA DE STRIPTEASE
Por mais que você sinta calor, não caia na tentação de tirar a roupa: ela é uma proteção importante contra o sol. Desabotoe, abra e afrouxe o que puder para ficar 100% confortável e cubra a cabeça com uma camisa ou outra peça. Se você tiver filtro solar (algo comum para quem passeia no deserto), use-o.

4. HIDRATE-SE
Racionar água não prolongará sua vida. A desidratação prejudica a capacidade de pensar e, nessa situação, ninguém pode se dar ao luxo de ser burro. Quando a fome bater, não coma: o corpo usa água na digestão e o resultado é uma desidratação mais rápida.

5. FOGO É FUNDAMENTAL
Óculos (de grau ou escuros) servem para acender fogueiras, importantíssimas para a noite, quando a temperatura cai dramaticamente.

6. SEJA ESCANDALOSO
Para mandar sinais de socorro, faça 3 fogueiras e dê 3 assobios altos sempre que puder. O número 3 é um código internacional para identificar quem está em apuros: uma fogueira solitária poderia indicar somente que uns doidos estão fazendo uma rave.

4 coisas que todos devem saber sobre zumbis.


• Se o cara não morreu, ele não vira um zumbi.

• Os zumbis não são canibais carniceiros. Eles não se alimentam de mortos. Apenas de vivos. Embora possam comer carne morta, apenas células vivas aplacam sua “fome”.

• A única maneira de deter um zumbi é acertá-lo na cabeça. Serve machadada, picaretada, tiro de 12, martelo…

• Zumbis não são muito inteligentes e raramente correm, embora possam. Eles andam cambaleando.

Conceitos básicos sobre radioatividade

Os núcleos dos átomos são constituídos por prótons e nêutrons. Quanto maior a diferença entre o número de nêutrons e prótons, mais instável, em termos de energia, encontra-se o núcleo. Essa instabilidade manifesta-se através do decaimento radioativo, que vem a ser a desintegração (espontânea ou não) do núcleo através da emissão de energia em forma de radiação eletromagnética (raios gama) ou de partículas: alfa (núcleos de Hélio) e beta (elétrons acelerados).

Atividade é o número de desintegrações nucleares que correm por unidade de tempo em uma quantidade de substância radioativa. Curie (Ci) é a unidade que expressa 3,7 x 1010 desintegrações por segundo. Atualmente essa unidade é pouco utilizada, em detrimento da adotada pelo Sistema Internacional de Unidades, o bequerel (Bq), que corresponde a uma desintegração/segundo (1Bq = 2,7 x 10-11 Ci). A EPA – Environmental Protection Agency, dos EUA, recomenda como atividade limite para o radônio, em ambientes internos, o valor de 4 picocuries (4 x 10-12 Ci) por litro de ar, equivalentes a 0,15 Bq, ou seja, 0,15 desintegrações por segundo (uma desintegração completa a cada 6,7 segundos, aproximadamente).

Exposição refere-se à capacidade de um feixe de radiação eletromagnética (raios-X, raio gama, ultravioleta, etc.) causar ionização (retirada de elétrons do átomo) do material atravessado por ele. A unidade de medida internacionalmente aceita é C/kg (carga elétrica dos íons, em coulombs, por 1 kg de ar seco e puro). Antigamente se usava como unidade o roentgen (R), correspondente a 2,58 x 10-4 C/kg. Ao se mencionar uma determinada quantidade de roentgen em um feixe de raios-X, por exemplo, isto não significa que toda essa energia atingirá o corpo alvo; trata-se apenas da energia transportada pela radiação.

Dose absorvida é medida em rad (do inglês radiation absorbed dose) e significa a energia (dose) realmente absorvida por um corpo específico. 1 rad equivale a 0,01 joules por kg. Atualmente usa-se o gray (Gy) para expressar dose absorvida no sistema internacional (SI), que corresponde a 100 rad (1 joule de energia para 1 kg de massa).

Como lidar com convulsões

As convulsões caracterizam-se por movimentos involuntários dos músculos. Podem ser acompanhadas ou não de perda da consciência (desmaio). São bastante comuns, de forma que é importante saber como proceder. A pessoa apresenta queda ao chão, salivação abundante (podendo ter sangue), contrações de alguns ou todos os músculos, perda do controle da urina (a vítima urina sem perceber). As recomendações são as seguintes:
• Remova de perto da vítima objetos que possam levá-la a se machucar;
• Introduza um pedaço de pano na boca da mesma para evitar que ela morda a língua, mas tomando o cuidado para não introduzir o dedo;
• Não segure os membros da vítima;
• Não dê tapas na mesma e não jogue água;
• Coloque a pessoa deitada de lado, assim a possibilidade de sufocação por vômitos, se estes ocorrerem, é menor;
• Após a crise, coloque-a em posição de recuperação: estique um dos braços da vítima; puxe o ombro e o quadril da mesma, virando-a para o lado do braço esticado, tomando o cuidado de deixar a coluna alinhada; apóie a cabeça da vítima no braço que está esticado; coloque a perna que está por cima dobrada e mais à frente que a outra;
• Não ofereça nada à vítima até que ela recupere totalmente a consciência.

Como tratar picada de animais.

Inclui principalmente as picadas de insetos, escorpiões, aranhas e cobras. Quanto às picadas de insetos, geralmente ocorrem apenas inchaço e dor no local, sem outros problemas. No entanto, no caso de alguns insetos venenosos e de pessoas que são sabidamente alérgicas a picadas desses animais, podem ocorrer reações alérgicas graves e até mesmo fatais.
Na ocorrência de uma picada de insetos comuns, como mosquitos, abelhas, borrachudos, marimbondos e vespas, recomenda-se o seguinte:
• Acalme a vítima e tente encontrar o local da picada;
• Proceda à retirada do ferrão, caso esteja presente. É importante que a retirada seja feita com aplicação de manobras de "raspagem" do local, com a unha ou com as costas de uma faca sem ponta. Isso porque a retirada puxando-se o ferrão pode fazer com que o veneno se espalhe mais facilmente e piore os sintomas;
• Lavar bem o local com água e sabão e aplicar compressa gelada;
• Se a vítima começar a apresentar sintomas como dificuldade para respirar, surgimento de manchas pelo corpo, febre, vômitos e prostração, leve-a imediatamente ao pronto socorro.
• Lembrar que as reações alérgicas podem ocorrer até mesmo mais de um dia depois da picada.
Nos casos de picadas por carrapatos, as medidas são:
• Acalmar a vítima;
• Não puxar o carrapato, pois ele pode desprender o corpo e o "ferrão" ficar preso na pele. A retirada deve ser feita com uma pinça, aplicada na cabeça do carrapato, o mais próximo possível da pele.
• Após a retirada, proceda à lavagem com água e sabão.
• Observe a ocorrência de sintomas locais e gerais de alergia, como mencionados anteriormente. Caso a pessoa apresente febre, um médico deve ser consultado.
Em caso de picada por aranha ou escorpião, recomenda-se:
• Lavar bem o local com água e sabão;
• Se possível, capturar o animal e levá-lo juntamente com a vítima ao pronto socorro imediatamente;
• Mantenha a vítima em repouso e aplique compressa gelada no local;
• Deve-se procurar atendimento médico, para aplicação do soro específico;
• Especificamente, no caso de picada por aranha marrom, a lesão assemelha-se a um alvo (uma bolha com círculos brancos e vermelhos ao redor). Os sintomas podem incluir febre, dor, calafrios e vômitos. O médico deve ser procurado imediatamente.
Finalmente, em relação à picada por cobra, as medidas são:
• Acalmar a vítima e mantê-la deitada;
• Evitar que a vítima faça esforços e caminhe;
• Tentar capturar o animal e levá-lo junto com a vítima ao hospital. Se não for possível, tente identificar algumas características da cobra, como o formato da cabeça, dos olhos, das escamas e da cauda. Geralmente isso é difícil de ser feito, mas deve ser tentado;
• Não ofereça à vítima: álcool, querosene, infusões de plantas;
• Não faça torniquetes no membro afetado;
• Não faça cortes na pele para retirar o veneno;
• A vítima deve ser levada imediatamente ao médico, para a administração do soro antiofídico específico.