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Igreja recomenda estocagem doméstica!!


Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias tem sido encorajados desde longas datas a ter um ano de suprimentos alimentares e outros itens de necessidades armazenados. O Presidente Ezra Taft Benson disse:

“Vocês não precisam fazer dívidas… para obter o [armazenamento] de um ano. Planeje fazer seu armazenamento assim como você faria em uma poupança. Separe um pouco para o seu armazenamento a cada pagamento. Engarrafe frutas e vegetais de seus jardins e pomares. Aprenda a conservar alimentos secando-os e talvez congelando-os. Faça do seu estoque parte de seu orçamento. Armazene sementes e tenha ferramentas suficientes para fazer o trabalho. Se você está economizando e planejando um segundo carro ou TV ou algum outro item, os quais apenas melhoram o seu conforto ou prazer, você pode precisar mudar suas prioridades. Nós lhes aconselhamos a fazer isso em espírito de oração e fazer isso agora” (Preparar para Dias de Tribulação, Ensign, nov. 1980, 32).

Muitos que não são membros da Igreja podem achar essa prática um pouco estranha ou pode até parecer que os membros são um pouco paranóicos, mas os membros são lembrados:

“O conselho para ter um ano de armazenamento de alimento, roupas e outros itens necessários é um conselho sábio por várias razões. Um desastre, tal como uma enchente, um terremoto ou uma tempestade de neve pode atingir apenas uma cidade ou toda uma região, cortando rodovias e fazendo com que seja impossível que alimentos e outros itens sejam transportados para os mercados. Motivos políticos ou greves de caminhoneiros, navios ou trabalhadores ferroviários podem interferir no transporte de alimentos. Outro tipo de desastre, como a fome resultante da seca, furacões, enchentes e até mesmo guerras, tem acontecido em muitos países e podem acontecer novamente. Quando tais desastres afetam toda uma comunidade, alimento e outros suprimentos frequentemente não podem ser obtidos, ainda que se tenha dinheiro para comprar. Uma família também pode passar por uma experiência de emergência na forma de uma doença ou desemprego que resulte em falta de dinheiro, fazendo com que seja necessário se apoiar no armazenamento doméstico” (The Latter-day Saint Woman (A Mulher Santo dos Últimos Dias), 25: 214).

Como os membros devem começar o seu armazenamento de alimento? Os líderes da Igreja sugerem começar com as necessidades básicas. Para armazenamento de um ano para um adulto é sugerido que se tenha aproximadamente 200 kg de grãos, 30 kg de legumes, 10 kg de leite em pó, 12 latas de óleo para cozinhar, 30 kg de açúcar ou mel, 5 kg de sal e dois galões de 20 litros de água (essa quantidade de água irá durar apenas duas semanas). Embora isso seja um bom começo, experts sugerem que se armazene outras coisas, especificamente os itens que sua família comerá, uma vez que você deve usar o que se armazena. Por exemplo, se a família tem um bebe pequeno, ou a mãe está grávida, seria sábio que se armazenassem também comidas de bebê.

A Igreja provê locais tais como as fabricas de conservas e as opções de secos e molhados para pessoas que querem construir seu estoque de alimentos. Esses itens são sempre oferecidos a preços de custo.

Mas pera lá, será que não rola um milagre da multiplicação???

Godiziiiiiiiiilaaaaaaaaa!!



Uma das descobertas mais significativas feitas até agora, depois de analisados os comportamentos e as interações sociais e anti-sociais, é o papel preponderante da troca de informações não-verbais entre os indivíduos de uma multidão, através das expressões e da forma e do ritmo da locomoção dos diversos indivíduos.

Outra descoberta é o fenômeno da ampliação (scaling), por meio do qual as ações de um único indivíduo são capazes de modelar a dinâmica de toda a multidão.

Por exemplo, um único indivíduo assustado que começa a correr e parar de forma de forma aleatória, é capaz de formar ondas que se espalham pela multidão, potencialmente causando pisoteamentos e pânico geral.

Os pesquisadores esperam descobrir padrões no espalhamento desses comportamentos descontrolados, de forma a preveni-los, seja pela orientação aos indivíduos, seja pela otimização dos espaços públicos, dotando-os de elementos que anulem a disseminação do chamado "comportamento de manada."

A falta de planificação das vias de evacuação das pessoas e/ou do seu não desimpedimento em situações de incêndio, tem sido responsável por muitas tragédias, pela perda de muitas vidas humanas. 

Os caminhos horizontais de evacuação devem proporcionar o acesso rápido e seguro às saídas de piso, através de encaminhamentos claramente definidos e tão curtos quanto possível (se possível inferiores a 50 metros). 

As vias horizontais de evacuação devem conduzir directamente a vias verticais de evacuação ou ao exterior do edifício e devem ter largura útil adequada ao número de potenciais utilizadores (por exemplo, uma unidade de passagem por cada 100 utilizadores ou fracção). 

Para que as consequências de um incêndio em perdas de vidas humanas sejam minimizadas é necessário dar a devida atenção aos tempos de evacuação, que são dependentes de diversos factores tais como: 


  • tempo de detecção e alarme;



  • tempo de atraso na identificação e resposta ao alarme;



  • tempo de evacuação propriamente dito.









  • Figura 8 - Tempos parciais e total de evacuação
    Então, o tempo de evacuação será um somatório dos diversos tempos, atrás referidos. É fundamental baixar cada um dos tempos. Como poderá ser isso feito? 

    A diminuição do tempo de detecção-alarme pode conseguir-se com um reforço do pessoal de vigilância e/ou com a instalação de detectores automático do tipo iónico que, como sabemos, detectam fogos na fase em que ainda só produzem fumos invisíveis dando mais tempo para actuação. 

    A diminuição do tempo de atraso consegue-se com treino do pessoal, com a sinalização dos acessos e com o aumento da fiabilidade dos alarmes. 

    A diminuição do tempo de evacuação propriamente dito, depende uma vez mais do treino do pessoal, da existência de sinalização correcta, da iluminação de segurança e da existência de acessos e vias de evacuação em número e com dimensões (larguras) adequadas à população do edifício a evacuar.


    Comportamento de multidão.



    A The Economist tem um excelente fragmento sobre a psicologia da multidão e porque o comportamento do grupo é essencial para acalmar os confrontos de rua antes que estes se transformem em confrontos violentos.

    As multidões estão frequentemente associadas à agressão sem sentido e, talvez, o mais citado e mais colorido exemplo seja o de Gustave Le Bon em seu livro de 1895, A multidão.

    Ele escreveu que multidões mostraram diversas características especiais, tais como "impulsividade, irritabilidade, incapacidade de raciocinar, ausência de julgamento e de espírito crítico, exagero de sentimentos, além de outros - que são quase sempre observados pertencendo a formas inferiores de evolução-em mulheres, selvagens, e crianças, por exemplo”.

    No entanto, essa associação entre a multidão e a violência manteve um foco de investigação por muitos anos. Conceitos como falta de individualidade - uma redução do sentimento de identidade pessoal e de responsabilidade - são invocados para explicar a razão pela qual "coisas ruins" supostamente acontecem quando as pessoas se reúnem em grupos. Isso também inclui normalmente a explicação do porquê as "coisas ruins" acontecem sem que as pessoas intervenham - o chamado efeito espectador.

    O artigo da The Economist é interessante porque olha para a investigação, que parece transformar esses pressupostos em sua cabeça.

    Discute-se o trabalho do psicólogo Mark Levine, que estuda o comportamento da multidão e concluiu que multidões realmente agem para reduzir a violência em muitas situações.

    Ele analisou filmagens da CCTV, de incidentes onde os pensamentos podem se tornar violentos.

    Sua primeira observação foi a de que os passantes frequentemente interveem em brigas incipientes. O número da expansão de ações não aumenta significativamente conforme o tamanho do crescimento do grupo, ao contrário do que o efeito do passante poderia prever. Em vez disso, foi o número da não expansão de atitudes que cresceu. Uma grande multidão, em outras palavras, reprimiria uma briga mais provavelmente.

    Alguns incidentes deram fim à violência, é claro. Para tentar trabalhar o motivo, o Dr. Levine e seus colegas construíram um leque de probabilidades para ajudá-los a calcular a possibilidade de que um incidente violento, como um murro, aconteceria com cada uma das sucessivas intervenções de um espectador. Usando essas probabilidades, eles eram, em geral, capazes de identificar um flashpoint onde a multidão iria determinar que forma a luta tomaria.

    Julgando a luta para começar com o primeiro agressor apontando gestos para o seu alvo, os pesquisadores descobriram que a primeira intervenção normalmente envolve um espectador tentando acalmar o protagonista. Em seguida, um outro seria aconselhado a não responder. Se uma terceira intervenção reforçou a solidariedade da multidão, enviando a mesma mensagem pacífica, um resultado violento torna-se improvável. Mas se não - se o terceiro espectador verbalmente tomou partido – então a violência será muito mais provável.


    Esse fragmento realmente abre os olhos e vale a pena ler na íntegra, uma vez que ele derruba alguns pressupostos populares comuns e alguns bem desgastados clichês psicológicos.

    Teorias da conspiração!!!

    Você acredita que informações muito importantes são escondidas da opinião pública para beneficiar alguém? Acha comum desconfiar das versões oficiais dos fatos e criar suas próprias explicações para alguns acontecimentos? Pensa, por exemplo, que o tsunami pode ser uma arma de destruição em massa? Ou que o Titanic pode não ter afundado? Vive preocupado com o fim do mundo? Então você é um defensor das teorias conspiratórias.

    Fazendo jus ao ditado "quem procura acha", caçadores de conspirações conseguem encontrá-las em todo canto. Muitos acreditam que o primeiro-ministro britânico Tony Blair planejou os atentados terroristas ao metrô de Londres em 7 de julho de 2005. Outros tantos duvidam que o homem tenha chegado à lua. Há quem afirme que existe um organização que planeja tirar Lula do poder.

    Até em músicas foram identificadas mensagens subliminares. Ao tocar discos no sentido anti-horário, pode-se ouvi-las. A banda Legião Urbana cantaria na letra de Pais e Filhos "Satanás aqui" no lugar de "Vou fugir de casa. Posso...". E a música da Xuxa: Marquei um X traria a frase "Jesus é exu / Exu é rei".

    Mortes misteriosas
    Mas um dos temas mais controversos é a morte de pessoas famosas. O caso de Elvis Presley é um exemplo. As suspeitas renderam o lema "Elvis não morreu", repetido por todo o mundo. Ainda hoje questiona-se o falecimento de Marilyn Monroe. Ela cometeu suicídio ou foi assassinada? O acidente de carro sofrido pela princesa Diana e por seu namorado Dodi Al-Fayed, na França, também é posto em cheque com freqüência. E a morte de John Lennon já foi atribuída à CIA.

    O termo teorias conspiratórias engloba esses e diversos outros assuntos que vão de desconfianças (dos já citados fatos históricos e mortes de celebridades) a complôs ("os judeus querem dominar o mundo" é um clássico) e suposições (a presença de extraterrestres no nosso planeta e as previsões do fim do mundo por videntes como Nostradamus).

    Próximos possiveis fins.

    Fim em 2014?
    Para 2014, existem duas previsões de desastres que podem afetar parcial ou completamente a estrutura do planeta. Astrofísicos do Centro de Informação Britânico sobre Objetos Próximos da Terra descobriram que um asteróide poderá se chocar com a Terra no dia 21 de março de 2014.
    O 2003 QQ47 seria dez vezes menor que o meteoro que, acredita-se, matou os dinossauros há 65 milhões de anos. Mas teria capacidade para devastar um continente inteiro. A chance de colisão é considerada pequena - de 1 para 909 mil. E especialistas acreditam que a possibilidade de choque pode diminuir quando forem feitas mais observações e cálculos precisos.
    A outra previsão, mais alarmante, foi divulgada pelo tablóide norte-americano Weekly World News e, em seguida, pelo jornal mineiro O Tempo. A chamada Nuvem do Caos dissolveria o que encontra pela frente - cometas, asteróides, planetas e estrelas inteiras. E estaria vindo em direção à Terra. Sua chegada, estimada para 1º de junho de 2014, às 9h15, poderia acabar com nosso sistema solar.

    Asteróide em 2102
    Mais um asteróide pode colidir com a Terra em 4 de maio de 2102, causando uma destruição maciça no planeta, declarou em 2006 David Morrison, um especialista da Nasa (agência espacial americana). A probabilidade de impacto seria de uma em mil. O impacto do asteróide, que recebeu o nome de 2004 VD17, liberaria 10 mil megatons de energia, o equivalente à explosão de todas as armas nucleares existentes no planeta.
    Com ou sem fatos científicos para embasamento, essas e todas as outras previsões que estão por vir podem falhar. Assim como muitas - a virada do ano 2000 é um exemplo - já falharam. Restará então a profecia de Nostradamus. Se nem essa se concretizar, outras estimativas devem aparecer. Haverá mesmo um fim?

    Sobre comprar armas em lojas no Brasil.

    http://images.static.clix.pt/reporter.clix.pt/uploads/2009/05/armas_rc.jpg

    2 - A compra de arma está normalizada, sendo exigido os requisitos do artigo 4º da Lei 10.826/03.  Toda arma só pode sair da loja após ser registrada e com uma autorização específica.

    A Polícia Federal está autorizando a aquisição, registro e transferência de armas.
    Para adquirir uma arma é necessário:

             I – comprovação de idoneidade, com a apresentação de certidões de antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral e de não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal;

            II – apresentação de documento comprobatório de ocupação lícita e de residência certa;

            III – comprovação de capacidade técnica atestado por instrutor de tiro e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, fornecido por psicólogo credenciado.

            § 1o O Sinarm expedirá autorização de compra de arma de fogo após atendidos os requisitos anteriormente estabelecidos, em nome do requerente e para a arma indicada, sendo intransferível esta autorização.

            § 2o A aquisição de munição somente poderá ser feita no calibre correspondente à arma adquirida e na quantidade estabelecida no regulamento desta Lei.

            § 3o A empresa que comercializar arma de fogo em território nacional é obrigada a comunicar a venda à autoridade competente, como também a manter banco de dados com todas as características da arma e cópia dos documentos previstos neste artigo.

            § 4o A empresa que comercializa armas de fogo, acessórios e munições responde legalmente por essas mercadorias, ficando registradas como de sua propriedade enquanto não forem vendidas.

            § 5o A comercialização de armas de fogo, acessórios e munições entre pessoas físicas somente será efetivada mediante autorização do Sinarm.

            § 6o A expedição da autorização a que se refere o § 1o será concedida, ou recusada com a devida fundamentação, no prazo de 30 (trinta) dias úteis, a contar da data do requerimento do interessado.

    OBS: Após a aquisição da arma para ser efetivado o REGISTRO, deverá ser recolhida a taxa de R$ 60,00.

    O registro dá direito a manter a arma apenas no domicílio do possuidor, não permite transportar a arma, conforme o Art. 5° da nova Lei.

    Transportar uma arma sem autorização, configura crime, conforme art. 14 da Lei 10.826/03

    Boas Compras!!

    Conheça os equipamentos para uma escalada!!

    Atenção: o equipamento mínimo necessário para a operação de qualquer parede de escalada é o seguinte:
    Freio - 1 pç; Cadeirinhas - 2 pçs; Mosquetão com trava - 2 pçs; Corda - conforme altura da parede
    A não utilização desta quantidade mínima compromete sensívelmente a segurança!
     

     
    Freio Auto-blocante (GriGri)
    O freio tem a função de travar a queda do escalador e controlar a velocidade da corda durante a decida do mesmo. Nossos orçamentos incluem um modelo auto-blocante que trava automaticamente assim que o peso do escalador estica a corda. Com isso não dependemos de 100% da atenção dos monitores pois com este equipamento a queda sempre será bloqueada como o cinto de segurança dos automóveis.
    Opcionalmente pode-se utilizar um freio manual porém, o monitor deve estar treinado e 100% atento durante o período de utilização do equipamento.
     

     
    Cadeirinha
     
     
    A cadeirinha, como é popularmente conhecida no meio da escalada aqui no Brasil, é um cinto de segurança que sustenta o escalador em caso de queda e ajuda a distribuir o impacto da queda pelo corpo do mesmo.
    Confeccionada com fitas de nylon de alta resistência, possui várias formas construtivas e regulagens que variam de fabricante para fabricante. Devem possuir homologação de entidades Certificadoras ( UIAA, CE).
     
    Cuidados Gerais:
     
    Proteja a sua cadeirinha, tanto quanto possível, da luz direta do sol e do calor (ambos podem tornar o nylon quebradiço).
    Conserve-a longe de substâncias agressivas como: ácidos, agentes oxidantes e alvejantes.
    Mantenha sua cadeirinha o mais limpa possível, em um lugar seco longe dos raios solares.
     
    Limpeza:
     
    Quando a cadeirinha estiver suja, tente lavá-la apenas com água corrente. Se isto não remover as partículas de sujeira, lave-a à mão em água fria usando sabão neutro. Enxágüe em água corrente. Deixe secar à sombra . Após cada lavagem, cheque a cadeirinha cuidadosamente para certificar-se de que as costuras estão intactas.
     
    Inspeção:
     
    Verifique sua cadeirinha regularmente. Preste especial atenção nas costuras, fivelas e pontos de amarração. Substitua sua cadeirinha quando os sinais de uso forem visíveis, tais como: fadiga, abrasão, ou após uma queda severa. Depois de algum tempo, os pontos de amarração podem ficar felpudos. Não há problema.
     

     
    Mosquetão com Trava
     
     
    Os mosquetões são aneis metálicos feitos com uma liga de alumínio de alta resistência. São elementos de conecção largamente utilizados na escalada. Possuem um gatilho que permitem abertura, além de vários formatos cada um com uma finalidade específica, normalmente sua carga de trabalho gira em torno de 500 kgf e carga de ruptura de 2200 a 2600 kgf.
    Utilizados para conectar o escalador à corda (na segurança em Top-Rope) e o segurador (monitor) ao freio. Devem obrigatoriamente possuir uma trava que impede sua abertura.
     
    Recomendações gerais:
     
    Mantenha seus mosquetões limpos e sem arestas que possam danificar a corda. Para remover esta aresta use lixa grana 220-400, se isto não adiantar, destrua o mosquetão. Não guarde mosquetões danificados, você poderá usa-lo por engano e sofrer algum acidente durante a escalada.Sempre limpe e lubrifique os mosquetões após o contato com água salgada ou maresia.
     
    Limpeza:
     
    Limpe o gatilho na região articulada, soprando o pó e a sujeira. Se uma limpeza adicional for requerida, lave o gatilho em água quente com detergente neutro. Enxágüe bem e lubrifique a articulação com pó de grafite ou WD-40. Retire o excesso de lubrificante.
    Obs: O uso do pó de grafite ou outro lubrificante seco, conserva a limpeza por mais tempo impedindo o acumulo de sujeira.
     
    Conservação:
     
    Mantenha todos os mosquetões longe de umidade ou maresia, equipamentos ou roupas úmidas e também agentes químicos.
     
    Inspeção:
     
    Cheque seus mosquetões regularmente e verifique rachaduras e corrosão. Tenha certeza de que o gatilho abre e fecha apropriadamente. Se o gatilho não funciona apropriadamente ou está torto, separe o mosquetão. Mosquetões que sofreram grandes quedas também devem ser rejeitados.

     
    Corda de escalada
     
     
    Inevitavelmente, a queda faz parte da da vida de um escalador. As cordas são então, um dos mais importantes equipamentos na escalada. Para o nosso caso utilizaremos cordas estáticas que possuem elasticidade entre 2 e 4 % pois iremos sempre trabalhar em Top-Rope. Neste caso a corda vem pelo topo da parede e o escalador se conecta a ela com o mosquetão. Durante a subida o segurador vai recolhendo a corda com o uso do freio mantendo-a levemente esticada e se houver queda o impacto é mínimo.
     
    Cuidados básicos com a corda:
     
    Conserve sua corda limpa : Grãos de terra e arreia são extremamente abrasivos para as cordas. Tente mante-la fora do chão. Evite pisar na corda, este ato favorece a penetração da sujeira na alma da corda.
     
    Limpeza correta: Lave a corda em água fria com sabão neutro (nunca detergente). Enxágüe abundantemente e seque ao ar. Nunca use alvejantes e máquina de secar. Guarde a corda solta em uma bolsa quando não estiver em uso, longe do calor, luz do sol e produtos químicos.
     
    Use a corda corretamente: Cordas de escalada são projetadas somente para escalar. Não use a sua corda para qualquer outra coisa, tal como rebocar carros, etc.
     
    Use técnicas de rappel apropriadas: Esqueça os rapeis que voce viu no cinema. Altas velocidades de descida superaquecem o sistema de freio e a corda danificando suas fibras.
     
    Cheque seu equipamento cuidadosamente: Antes de cada escalada cheque a corda com relação aos sinais de abrasão ou cortes na capa. Aproveite a ocasião e cheque os outros equipamentos, isole qualquer coisa que pareça danificada
     
    Tempo de duração da corda:
     
    A vida útil da corda depende da sua freqüência de uso e de quanto ela é exigida. Corda não é barata, muito menos sua vida. Siga estas recomendações básicas quando os sinais de uso não forem visíveis:
    Uso ocasional: Substitua a cada 5 anos ou conforme recomendação do fabricante.
    Uso nos fins de semana: Substitua a cada 2 anos.
    Após uma queda severa: Substitua sus corda após qualquer queda severa. Substitua também, se ela perder a elasticidade ou estiver com a capa cortada.
    Em dúvida?: Se voce não tem certeza substitua a corda.
    Nota importante: Mantenha um histórico da corda que o ajude a saber o que aconteceu com ela. Lembre-se: é sua responsabilidade saber a história da corda que voce está usando, para determinar quando substituí-la.